domingo, 11 de setembro de 2011

O creme dos Problemas

As vezes eu me sinto como se não tivesse problemas
Como se soubesse a resposta de todas as perguntas de todos os temas
E com um olhar de como se eu soubesse de toda verdade
Falo coisas que fogem a realidade

Fingir não é crime, faço dele meu creme
Passo no rosto pra encobrir as imperfeições
Das minhas ações, não doações e falta de colhões
Finjo ser montanha enquanto meu corpo todo treme

Gostaria de não ser assim, um fingimento de dar pena
Mas quem de fato andou na rua de cara toda nua
Nesse teatro de tantos atores
Nunca sei em qual peça estou, se é na minha, ou na sua.


Aplausos leitores que não me leem, mais um post. Independente da peça, todos nós, de certa forma, damos um show a parte, falsidade com maestria, amor com ar de nostalgia (mesmo sendo um amor a primeira vista) e mesmo quando se trata de fatos reais, estamos encenando uma historia que não é sua, muito menos minha. Ainda não desliguei a minha rima. RIMA: OFF
TO TÃO FELIZ com todo meu fingimento, parece que eu voltei a ser quem eu era. FINGIDO PARA MUITOS, mas realmente gosto de ser verdadeiro para aqueles poucos que gosto de dar carinho. Eu domino a arte de conhecer pessoas, mas to aprendendo a arte de conhecer pessoas apaixonantemente interessantes. Viver de poesia, é viver de amor, ou seu extremo contrario. Ambos me excitam.

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